

![]() Mordida de amor
Meu corpo deseja o pecado Enquanto meu espírito imaculado Grita pedindo socorro É uma guerra travada Entre a cruz e a espada -ou seja, a moral e o depravado – Ou seria castidade e pecado? Agora neste momento eu não saberia responder Porque minha carne queima Pede luxuria e tem sede de pecado Daqueles que nem podem ser citados -seria eu expulsa da sociedade – Com certeza me queimariam na fogueira Chamar-me-iam de bruxa - profana por contrariar os ensinamentos Quebrar as regras – boa conduta – Mas que culpa posso ter Se meu desejo é diferente Do que sente tanta gente - gosto de tudo que é proibido – Gosto do fogo que existe Nos olhos do meu amado Quando o deixo zangado E ele com aquela fúria de uma águia Em busca da presa Xinga-me, coloca-me de castigo Mas eu o desarmo com beijos E Surpreso ele vem me acarinhar - faço dengo, faço manha - Ele me leva pra cama Assim como quem não quer nada - Meio bruxo – meio mago – Fica enfeitiçando meu ser Até levar-me ao seu paraíso Sem o qual não sei viver Mordo este amor até fartar-me E se isso mata – eu quero nos seus braços morrer! Khayssa 16/04/2010 khayssa Doudat
Enviado por khayssa Doudat em 16/04/2010
Copyright © 2010. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|